março 07, 2009

A vida é uma poesia

A vida é uma poesia
Bruno Oliveira Ribeiro


A vida é uma poesia
Viver é um constante aprender
Quem sabe viver aprende
Quem sabe ler, contente
Quem sabe ver, sente

Sente o cheiro da rosa
Sente o doce do mel
Sente o poder da poesia

A vida é feita de letras,
palavras.
Quem sabe escrevê-la,
vive feliz.

Poetas sabem escrever a vida
E escrevem muito bem.
Todos somos poetas.
Todos nós pdemos escrever nossas vidas.

Quem vive triste
É porque não escreve bem sua vida
É porque não lê
É porque não sente.

Enfim, a vida é uma poesia!

março 06, 2009

A pequena roseira


A pequena roseira

Num belo canteiro moravam várias roseiras, bonitas e cheias de flores. Uma, porém, não tinha nenhuma flor. A pobre roseira sentia-se muito infeliz.

As outras roseiras procuravam animá-la:

- Tenha paciência, o seu dia chegará.

Uma noite, a Fada Primavera apareceu por lá. Vendo a pequena roseira tão triste, ela disse:

- Vou alegrar esta roseira. Farei brotar nos seus galhos as mais belas rosas.

Ao acordar, vendo-se toda florida, a pequena roseira exclamou:

- Oh, como sou feliz!

E mais feliz sentiu-se ainda, quando as companheiras vieram cantando:

- Parabéns a você
Nesta data querida,
muitas felicidades,
muitos anos de vida!

O frio pode ser quente?

As coisas têm muitos jeitos de ser.
Depende do jeito da gente ver.
Por que será que numa noite a lua é tão pequena e fininha?
E outra noite ela fica tão redonda e gordinha  pra depois ficar de novo daquele jeito estrelinha?
Depende do quê?
Depende do jeito que a gente vê.
Uma árvore é tão grande se a gente olha lá para cima. 
Mas do alto de uma montanha, ela parece tão pequeninha. 
Grande ou pequena depende do quê? 
Depende de onde a gente vê. 
Como será que pode uma colher cheia de doce parecer tão pouquinho que não dá nem pra sentir? 
E cheia de remédio ficar tanto que não dá nem pra engolir? 
Curto e comprido 
Bom e ruim 
Vazio e cheio
Bonito e feio
São jeitos das coisas ser. 
Depende do jeito da gente ver.

Jandira Mansur

Só chamei...


Só chamei...

Não é verão,
Mas o sol está queimando o meu coração...

Não é outono,
Mas eu sinto as folhas caindo sobre mim...

Não é inverno,
Mas eu estou precisando muito do seu carinho para me confortar...

É primavera,
E eu fico louco para lhe dar um buquê de rosas vermelhas,
Para você se lembrar do meu amor...

Não é Natal,
Mas estou querendo você de presente,
Para trazer a felicidade de uma criança,
Para dentro do meu coração...

Só chame porque quero você...
Só chamei porque amo você acima do bem e do mal...
Só chamei porque a quero toda pra mim...

março 04, 2009

A lenda dos 3 operários

Textos para Reflexão

A LENDA DOS 3 OPERÁRIOS

Em certa cidade, distante daqui, estava sendo construída uma bela catedral, feita todinha de pedras. Centenas de operários moviam-se por todos as lados. Acontece que, um dia, passou por aquela cidade um ilustre visitante, e as autoridades locais convidaram-no para ver a obra.

O ilustre visitante observou como aqueles trabalhadores passavam, um após o outro, carregando pesadas pedras. E resolveu entrevistar três deles. A pergunta foi a mesma para os três, mas as respostas foram diferentes uma das outras. Ei-las:

- Moço, que você está fazendo?
- Carregando pedras.
E perguntou ao segundo:
- Amigo, o que é que você faz?
- Defendo meu pão de cada dia.
Finalmente, perguntou ao terceiro:
- E você, que é que você está fazendo?
-Estou construindo uma catedral, onde muitas louvarão a Deus, e onde meus filhos aprenderão o caminho do céu.

Estão vendo? Fazem a mesma coisa, mas a maneira de fazer é diferente, porque depende daquilo que cada um traz dentro de si.


março 03, 2009

Assembéia na Carpintaria


ASSEMBLÉIA NA CARPINTARIA

Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia.
Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes
lhe notificaram que teria que renunciar.
A causa? Fazia demasiado barulho; e além do mais,
passava todo o tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também
fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas
voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua
vez, pediu a expulsão da lixa.
Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os
demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o
metro que sempre media os outros segundo a sua medida,
como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material
e iniciou o seu trabalho,
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.
Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia
reativou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse:
- Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas
o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com
nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos
pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes."
A assembléia entendeu que o martelo era forte, o
parafuso unia e dava força, a lixa era especial para
limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir
móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar
juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos.Basta observar e
comprovar.
Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação
torna-se tensa negativa; ao contrario, quando se busca
com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem
as melhores conquistas humanas.

É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades... Isto é para os sábios!